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Persona 5 é só mais um daqueles jogos de otaku fedido produzido e publicado pela Atlus, um spin-off de Shin Megami Tensei (que vende mais que a linha principal, malditos otakos). O jogo é um simulador de autismo com leves elementos de RPG, dating sim e apologia à pedofilia. O jogo foi amplamente elogiado porque embora o autismo seja uma doença psicológica muito severa e cruel, o jogo tem a bondade de ser inclusivo e permite que o protagonista autista não apenas torne-se o líder de uma gangue de badernistas como também o permite a possibilidade de namorar até 10 mulheres saudáveis. Pelo menos as cenas de romance são todas fidedignas e geram enorme embaraço e vergonha alheia em quem assiste aquilo, cenas nas quais o protagonista não consegue tomar uma atitude de homem e não tira as malditas mãos dos bolsos sem demonstrar qualquer afeto ou empatia pela parceira enquanto tem uma mulher declarando o seu amor. Nesses momentos os jogadores não-autistas precisam fazer muito esforço para simpatizarem com as cenas de romance.

O jogo possui dois momentos de jogabilidade bem distintos, sendo uma jogabilidade quando você está no mundo real e outra quando você está no metaverso (universo criado através do consumo exagerado de metanfetamina). Quando estamos no mundo real controlamos nosso protagonista autista e podemos perambular pela cidade de Tokyo, onde mesmo com uma população de 13 milhões de habitantes e centenas de ruas, só podemos visitar os mesmos dois lugares de sempre e falar apenas com as mesmas pessoas de sempre, quando não estamos na escola. Essa parte do jogo serve para agradar garotinhas e amantes de visual novel, é só falatório, embora a maioria dessas gurias sintam-se insatisfeitas com a ausência de opções yaoi, já que na cabeça das pessoas todo japonês é bissexual.

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