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Assim começa um ato de revistofilia

Revistofilia é a parafilia referente ao uso de revistas para obter prazer sexual. Pode não parecer tão estranho pois é a parafilia mais popular do Universo (Depois do sexo com aspiradores de pó), mas a revistofilia abrange aberrações da natureza como os tarados pela revista Quatro Rodas (Quatro rodas literais, e não rodinhas) e pelos viciados em masturbação com a revista do Globo Rural. Revistofilia não é crime previsto em lei já que a contraparte do sexo é inanimada, porém é um crime contra o bom senso, a sobriedade e a normalidade mental. A revistofilia não abrange jornais, cartazes, outdoors, livros, sites, cadernos, manuais de instruções e figurinhas. Cada publicação dessas tem sua própria parafilia, senão vira a casa da Mãe Joana. Revistas digitais também não são inclusas.

A revistofilia, desejo sexual em torno das revistas, abrange a vontade sexual conquistada ou desejada relativa às publicações, sejam elas mensais, quinzenais, semanais ou diárias. Isto inclui revistas sexuais comuns (Playboy, Sexy, Ana Maria), revistas de banda desenhada (Hentai, Turma da Mônica), revistas homossexuais (G Magazine, Capricho) e revistas cuja tara é um mistério (Sentir prazer com a Veja ou a Istoé).

Muitos críticos condenam a prática da revistofilia, alegando que revistas não podem reagir e nem pode denunciar o caso a um juiz. Deve-se levar em conta que, mesmo se pudessem denunciar o caso, não adiantaria nada pois atualmente a revistofilia não é passiva de pena.

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