Rodrigo Rollemberg

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Din.jpg Rodrigo Rollemberg é mais um dos
POLÍTICO$ DO BRA$IL

E enriqueceu na vida política, claro.

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Para os neo-ateus que preferem acreditar em mentiras, os supostos experts da Wikipédia têm um artigo sobre: Rodrigo Rollemberg.
100malafaia.jpg Rodrigo Rollemberg
Cidade-mau-adm.png
Rodrigo Rollemberg sobre seu próprio governo
Desgovernador.
Partido PSB
Nível de honestidade Médio-cre Só é ruim mesmo
Perfil
Origem Brasil
Profissional
Profissão Analista Legislativo.
Escândalo(s) Um vice de chapa com índole (muito) duvidosa.
Pessoal
Sexo link={{{3}}} Masculino
Nível de inteligência Médio, soube ludibriar bem seus eleitores.
Plástica(s) Nenhuma, a prova disso que ele é estrábico.
Vício(s) Segurar bem todo o dinheiro
Preferências
Livro Nuvola apps bookcase.png Guia do seu governo
Música Emblem-sound.svg.png Parece ser meio forrózeiro.
Prato Negresco banhado no nescau
Filme Bastidores de seu governo
Time Flamengo
Contatos
E-mail Não tem.
Website Não tem.
®Desciclopédia

Cquote1.png Você quis dizer: Pão-duro? Cquote2.png
Google sobre Rodrigo Rollemberg
Cquote1.png Sua intenção era pesquisar: Temos uma divida estratosférica beirando os bilhões Cquote2.png
Google dando uma de adivinho com a pesquisa de Rodrigo Rollemberg
Cquote1.png Judeuzinho de merda! Cquote2.png
Eric Cartman sobre Rodrigo Rollemberg.

Rodrigo Sobrado Emrollemberg (Heell, 13 de julho de 1959), também conhecido pelas alcunhas Rodriguinho, enroladinho, sem verbas, sr. rombo fiscal e aumento de impostos, é um ímprobo público brasileiro. Desde o inicio da carreira política tem se mostrado um verdadeiro anti-gestão, mesmo sendo o menos corrupto dentre os seus colegas. Desde 2015 tem sucedido o Agnelo Queiroz na cadeira da chefia do Governo do Detrito Federal (a.k.a. Papuda City) e por enquanto seu maior feito está sendo se tornar o pior governo que o quadrado-retângulo já teve.

Biografia[editar]

Passagem da faixa entre o criador e a criatura, minutos antes do Agnelo pegar voô rumo a Miami Beach.

Rodrigo Rollemberg nasceu no Ryu de Janeiro, numa clinica particular qualquer. Filho de um juiz, sempre foi criado em apartamento, tomando muito Ovomaltine e tomando bastante Leite e comendo Marília Pêra, o que acabou o influenciando para que mais tarde entrasse no mundo do crime do colarinho branco pelo Partido Socialista Brasileiro, em 1985.

Seguindo os passos da família, acostumada a mamar do serviço público, começou a estagiar no Senado e lá mesmo foi promovido a estafiário-chefe do Legislativo. Alguns anos depois o pai dele o pôs como deputado distrital, quando convenceu aquele careca gay e senil, Wasny de Roure, a ocupar a mesma chapa dele, mesmo contra a vontade dele, afinal, o pai do Rodriguinho era um Juiz.

No Legislativo[editar]

Quando deputado, Rodrigo Rollemberg promoveu projetos importantes para a cultura e o lazer se seus asseclas, como o Projeto Orla, que permitia que seus amiguinhos construíssem imensos playgrounds particulares ao redor do lago privado de Brasília com dinheiro público, e utilizassem a desculpa mais usada na capital, quando algum agente público resolve "privatizar" alguma coisa:

Cquote1.png (...) toda a comunidade vai poder usar. Cquote2.png
Brasiliense abastado qualquer sobre qualquer obra restritiva.

Quando o detrito contava com candidatos um pouco melhores que da última eleição, em 2002, Rodrigo Rollemberg ficou em 3º numa eleição que contavam com o dono do feudo, Joaquim Roriz, eleito na ocasião e Geraldo Magela (não era o comediante, mas fazia rir pra caralho também). Depois dessa eleição, Rodrigo experimentou uma coisa nova na sua vida até então, chamava-se derrota. Rollemberg contava com muita sorte até aquele pleito e depois disso deve ter chorado bastante.

Como prêmio de consolo Rodrigo Rollemberg ganhou um cargo do molusco. Nada muito relevante, só foi nomeado Ministro de Ciência e Tecnologia de um país que não tem nem um, nem outro. O premio, entretanto, lhe abriu as portas da esperança no mundo da política.

Assim como seu antecessor (no GDF), Rollemberg gozou de sua experiência como secretário de algum cabide ministerial para nunca mais sair da política, mesmo que tenha sido um verdadeiro embuste enquanto esteve no comando da pasta. Enfim, depois que alguém como ele, Aldo Rebelo, Marina Silva, Dilma Rousseff, Orlando Silva e outros amebas ocupam algum cargo assim, todos nós eleitores sabemos que esses só saem da boca-livre (política) se quiserem. Com o mimadinho recém-empossado numa secretaria da MCTI não foi diferente. Prova disso foi que depois disso conseguiu ser eleito filho deputado federal, se na dor fede ral e por fim governador batendo grandes coronéis locais como Maria de Lurde, a Vadia, Laerte mente a Bessa, Maria "Maninha" dentre outros degenerados.

Na eleição de 2014, após impugnação da candidatura do dono da CEB, José Roberto Arruda, Rodrigo Rollemberg quase teve a vitória garantida, por ser o menos pior dentre os palhaços que disputavam o picadeiro. O principal concorrente dele era um velho senil com sérios problemas cognitivos que prometia tarifa de ônibus a R$ 1,00 além de outras promessas não cumpríveis, assim como a Dilma fez a nível nacional naquela mesma eleição.

Governador[editar]

Depois de enganar mais de meio milhão de eleitores, Rodrigo Rollemberg foi finalmente empossado como mamador chefe do governo estadual, ou neste caso, distrital. A primeira medida do seu governo foi sair plantando arvores por ai, isso antes de sair enfiando o dedo no cu de cada brasiliense.

Vice da chapa de Rollemberg na candidatura para o GDF, com uma capivara maior que a de qualquer Chefe de Morro carioca (atente-se para a piada na camiseta do elemento, contrariando o cenário ao fundo).

Vendendo a ideia de estado arrombado, herança maldita, fim de caixa e ainda arrombo em bilhões, Rollemberg alterou seu plano de governo (se é que ele tinha algum plano) e passou apenas a segurar toda e qualquer receita feita pelo governo no cubículo federal. Se antes ele havia prometido aumentar o microscópico metropolitano candango e criar mais hospitais falidos pro governo poder jogar dinheiro (ou pelo menos, fingir jogar dinheiro la dentro), depois de olhar o tamanho do estrago que a jiromba Agnolano-petista fez no intimo estadual só lhe restou negar recursos para coisas desnecessárias como a formula Indy de 2015, a saúde pública, a educação, transporte, enfim. O Rollemberg só não negou recursos para situações de urgência mais extrema como o Jogos Olímpicos de 2016 e a reforma do Autódromo Nelson Piquet, que ninguém usa digassi di passagi, já que o Eixão existe exatamente pra isso.

Crise hídrica no Distrito Federal[editar]

Este incrível gestor nomeou um parente seu para tomar conta da Companhia de Saneamento local assim que tomou posse. Os frutos foram colhidos um ano depois, em 2016, quando a região passou pela maior crise hídrica de sua história, fazendo com que os moradores locais pudessem matar a saudade da terra natal sem sair do Distrito Federal.

Para resolver esse grave problema, Rodrigo Rollemberg não moveu um músculo, pelo contrário. Como bom político brasileiro, ele aumentou taxas sobre o consumo de água e criou mais um imposto pra isso, já que ele precisava arrumar mais grana. Investimento para qualquer político brasileiro é sinônimo de "gasto" e com Rollemberg não era diferente.

De braços cruzados e vendo até onde tudo aquilo iria terminar, Rodrigo Rollemberg viu os cantareiras distritais secarem como cofres públicos em época de eleição, foi ai que o governador resolveu agir de alguma forma. Mandou que seu priminho indicado pra Caesb tirasse a água das regiões que abrigavam o maior número de retirantes de outros estados e que mantesse o abastecimento apenas sua própria casa e na região onde ele e seus coleguinhas viviam coçando o saco.

BandeiraDF.JPG
Ditadores do Distrito Federal
Agnelo Queiroz
1 de janeiro de 201131 de dezembro de 2014
Rodrigo Rollemberg
1 de janeiro de 2015Presente