Joaquim Roriz

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Maluf tn.jpg Joaquim Roriz é mais um dos
POLÍTICO$ DO BRA$IL

E gosta de coligações.

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O Descitações possui citações de/sobre Joaquim Roriz.



100malafaia.jpg O Rei do Gado
RorizApoio.jpg
As crianças sempre apoiaram Roriz!
Dono do link={{{3}}} Distrito Federal
Partido PT
PMDB
PTR
PP
PMDB
PSC
PRTB
Nível de honestidade Icon 00 percent.png Nulo
Perfil
Origem Luziânia, link={{{3}}} Goiás
Profissional
Profissão Fazendeiro
Grileiro de terras
Pessoal
Sexo link={{{3}}} Masculino
Nível de inteligência Alto
Contatos
E-mail [email protected]
Website [www.brasilia.df.gov.br/ Blog Pessoal]
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Cquote1.png Você quis dizer: Clodovil Cquote2.png
Google sobre Joaquim Roriz
Cquote1.png Obrigado seu Roriz, por tantos viadutos pra gente mais pobre morar debaixo! Cquote2.png
Pobre morador de rua sobre Joaquim Roriz.

Joaquim Roriz OIH · RMF (Luziânia, 31 de junho de 1864Brasília, 16 de março de 2018) foi um senhor feudal, proprietário do feudo de Brasília. Criador de slogans para campanhas políticas de adversários e, nas horas vagas, lecionava português para o Seu Creysson e outros alunos famosos. Com o slogan "Horroriz, corte o mal pela raiz", conseguiu firmar-se, no Distrito Federal, como o publicitário "efeito contrário" do ano, elegendo vários amiguinhos e afilhados para cargos públicos, e até para Miss DF 2007.

Biografia

Roriz Santana do Pão & Leite sempre viveu na antiga fazenda do Braz (que originou Brasília) desde 1900, quando aquela grande fazenda passou a exportar modelos de trem-bala e ratos de laboratório, aqueles que produzem a hantavirose. Com a incrível capacidade dos seus dedos gigantes, Roriz venceu o campeonato mundial de "eu consigo permanecer mais tempo fazendo o sinal de joia com meu dedo polegar". Dizem que ele é um ser especial, nasceu de geração espontânea pois, por mais que tentasse, sua mãe, a apresentadora Hebe Camargo, não conseguia trazer Horroriz ao mundo pelas vias naturais.

Início como fazendeiro goiano

Quadro de Roriz como deputado da antiga capitania de Goyaz, em 1884.

Roriz começou sua carreira no interior de Goiás, na cidade de Luziânia, como criador de cabeças de gado roubadas de seus vizinhos ou receptadas de um sul-matogrossense chamado Delcídio, em 1876. O receptor quem sugeriu ao futuro governador a carreira na política, onde juntos ajudaram a fundar um partido que agregasse ex-fazendeiros escravistas e seus ex-escravos, o Partido dos Homens Livres y Prectos Fugidos (atual Partido dos Trabalhadores), partido que teria seu registro cassado em 1964 e recriado em 1984. Para a criação do partido, Roriz e Delcídio coletaram a assinatura de Hélio Bicudo, Rogéria, João Havelange, Carlos Bandeirense Mirandópolis e de outros 12 cabeças de bagre da antiga Confederacção Brazileira de Fuctibol, atual CBF, incluindo Pelé. Para criar um partido naquela época, eram necessários 50+1% das assinaturas de toda a população brasileira. Então conseguiram fundar o partido com folgas.

Fundado o partido, Roriz se candidatou a Câmara dos Deputados em 1880, quando ela ainda ficava no Inferno. Conseguiu se reeleger por Goyaz uma centena de vezes, até perder a graça e terminarem de construir Brasília, em 1960.

Em 1965, Roriz se alia aos militares e é eleito prefeito de Luziânia, quando promoveu a maior campanha de migração em massa desde Seu Astolfo com os simpáticos Judeus na Segunda Guerra Mundial.

Como prefeito de Luziânia (1965 – 1988)

Para a eleições ditatorialmente democráticas de 1964, Roriz tinha sido eleito com a promessa de campanha de que devolveria aos goianos a terra que era deles antes da bilionária obra que originou Brasília e suas favelas satélites. Para realizar tal feito, o prefeito sugeriu uma ação de dentro para fora, igual aos Gregos com a Claudete Troianos na guerra de Tróia. Para isso, mandou enviar o maior contingente de goianos para a Corruptolândia, de forma que os funcionários públicos cariocas fossem a minoria naquelas terras.

E assim fez, de 1968 até 1988, centenas de milhares de bilhares de goianos começaram uma peregrinação rumo ao Distrito Federal, sendo que apenas uma parte chegou lá. Outra parte ficou pelo caminho e resolveu fundar ali mesmo o Estado Livre de Goiás, o primeiro e único aglomerado com a ausência do Estado, e que depois deu origem a cidades como Valparaíso, Novo Gama, Gama, Santa Maria e Cidade Ocidental.

Ao fim de seu mandato, visto os serviços prestados pelo então prefeito de Luziânia, o então Dono do Maranhão, empossado como presidente da Republiqueta e não sabemos como chegou lá, resolveu promover Roriz a desgovernador do Distrito Federal.

Como proprietário do Distrito Federal (1988 – 2006)

Em seu primeiro governo, Joaquim Roriz decidiu estabelecer aquela colônia de refugiados goianos que promovera até alguns anos antes, na região administrativa de Mulher Samambaia, a primeira de muitas.

Roriz roubando trabalhando em seu gabinete. Foto de 1989.

Alguns meses depois de criar imensos valões da miséria com apenas uma canetada, Joaquim Roriz se preparou para a nova constituição (a 4ª que ele via em vida) e que daria maior autonomia aquele quadrado cancerígeno brasileiro. Então o governador se preparou para a primeira eleição democraticamente ditatorial que participaria desde 1964 e mandou distribuir pequenas lembrancinhas aqueles novos goianos que tinham chegado a nova capital.

Em 2002, o grande colecionador de cotonetes, chegou um tempo que não sabia mais onde guardar tantas raridades. O resultado disso foi que ele mandou juntar um a um seus cotonetes, e construir a 3º ponte do Lago Paranoá.

Ao final de seu reinado, abdicou do trono da província para dar lugar a uma velha bacieira chamada Maria de Lurdes Abadia, para concorrer uma boquinha no Senado Federal.

Como senador pelo Distrito Federal (2007)

Roriz prevaricando no Senado.

Quando senador, eleito pelo sistema café-com-leite, esteve bastante perdido no Congresso. Não sabia o que teria que fazer lá e, possivelmente, continuaria a criar perucas para o apresentador Silvio não é Santo. O então senador foi acusado de sacar um cheque de 2.000.000,00 reais no Banco Regional de Brasília, mas que por algum motivo obscurecido o cheque era do Banco do Brasil, tudo isso pra comprar a porra de uma bezerra banhada a Ouro. Apesar disso, ele não tinha roubado, só confundiu os bancos.

A cusado de todas as formas, Roriz não aguentou a pressão e decidiu pedir arrego naquele mesmo ano, não tendo completado nem um mísero mês no cargo como senador. Diferente de ACM, Sarney, Collor e outros donos de estados pelo Brasil, ele não conseguiu ter a mesma sorte, apesar de ter conseguido pôr pra mamar duas filas genealógicas.

Em 2010, Roriz candidatou-se pela octingentésima quarta vez ao governo do Distrito Federal. Entretanto, alguns ardilosos deputados e senadores conseguiram aprovar uma tal de Lei da Ficha Limpa, pela infelicidade dele e de seus fiéis súditos.


Candidatura para as eleições de 2010

A Lei da Ficha Limpa e o Plano B

A casa caiu para a dinastia de Joaquim e sua candidatura foi indeferida, pois o alvejante utilizado não foi suficiente para limpar os borrões no passado do candidato.

Depois de várias tentativas (fracassadas) de negociar um jeitinho com o TRE, Roriz teve o plano genial de indicar sua mulher, Weslian Roriz, em seu lugar como candidata substituta. O pior de tudo que o homem estava tão seco pelo poder (que não possuía desde 2008) que colocou a velha não como vice nem como assistente de campanha: O louco colocou sua mulher como candidata a governadora. Trocando em miúdos, o cidadão pegou uma senhora que mal sabia ligar o fogão elétrico da mansão onde eles moravam pra comandar uma unidade da federação ( ! ). Pouco tempo depois, o governador foi diagnosticado com diabetes. Vai ver saiu daí aquela decisão insana.

O homem que tinha colocado sua esposa dona de casa para trabalhar (pela primeira vez), fazia tudo: desde os santinhos, até os brindes que seriam distribuídos as crianças carentes do Sol Nascente e do Lixão de Brasília. Era ele quem escrevia os discurso televisivos, quem emitia as notas e até quem fazia os debates, onde gesticulava nos estúdios onde ocorriam as troca de ofensas à mãe alheia como um treineiro a beira de um campo.

Tudo estava indo bem, mas o desempenho dela não foi bom o bastante e um debate no meio, que quase atrapalhou tudo... Passada a primeira leva de debates, Joaquim Roriz Weslian disputou pelo seu marido o segundo turno, contra Agnulo Queiroz (eleito posteriormente), defendendo veementemente que, caso ganhasse, seria ela quem governaria, sem nenhuma interferência direta do marido. A tese que ela propôs era "ilogicamente irracional" porque conforme visto naquela ocasião, a mulher não conseguia emitir uma opinião sobre qualquer assunto, mesmo que fosse sobre alguma novela da globo ou um BBB, sem o respaldo ou autorização por escrito do marido. O brasileiro pode parecer meio tapado, mas não e trouxa. E ela sabia disso.

Atualmente

Recentemente, o ex-governador escreveu um conto seus relatos pessoais desde que ficou aleijado das pernas, para seus súditos do Distrito Federal.

Desde que se afastou do cenário político distrital, semanalmente, Roriz promove algumas festinhas em sua mansão no Park Way. Entre os convidados, claro, estão aqueles que veem na morte do velho, uma oportunidade de se firmarem na política local. Um santinho com uma foto com Roriz garante no mínimo a Câmara Legislativa.

Em 2017 ficou coxo das pernas. Foi quando resolveu lançar um livro que contava suas dificuldades como aleijado e seu arrependimento de não ter construído rampas enquanto governador do Distrito Federal.

Em 2018, para a alegria de todos e felicidade da nação, Joaquim foi integrar a Assembleia Legislativa do Inferno.

ReaperlogoDare.gif Joaquim Roriz já morreu!

E foi comer capim pela raiz!

Clique aqui pra ver quem te espera no inferno


BandeiraDF.JPG
Sócio majoritário do Distrito Federal
17 de outubro de 198815 de março de 1990
José Aparecido de Oliveira
19851988
Wanderley Vallim da Silva
1990
Proprietário do Distrito Federal
1 de janeiro de 199131 de dezembro de 1994
Wanderley Vallim da Silva
1990
Cristovam Buarque
19951998
Dono do Distrito Federal
1 de janeiro de 199931 de março de 2006
Cristovam Buarque
19951998
Maria de Lourdes Abadia
2006


MainardiInv.JPG Este artigo trata de uma personalidade mortalmente,
putaqueparivelmente e filhadaputamente odiada!
Dá nojo só de pensar nele(a)

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